Apesar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente a 2013, divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrar que, em relação ao item serviços básicos houve um aumento de 2,1% no número de domicílios particulares permanentes, moradores no Pará, em especial em Belém e região metropolitana sofrem com o fornecimento irregular de água.
Segundo o IBGE, o total de domicílios com os serviços básicos alcançou, em 2013, cerca de 65,1 milhões. O número aponta para continuidade de alta em comparação ao ano anterior. Por regiões, o maior crescimento percentual foi registrado no Norte (3,2 %) e Centro-Oeste (2,9 %), enquanto o Sudeste teve a menor expansão (1,5%). O IBGE destacou, porém, que em termos absolutos, as regiões Sudeste e Nordeste apresentaram maior aumento, com 431,3 mil unidades e 381,6 mil, respectivamente. Do universo de domicílios ocupados em 2013, 74,5%, eram próprios, e 17,9% eram alugados.
Em relação à coleta de esgoto e fossa séptica, o índice chegou a 41,9 milhões no ano passado, aumentando de 63,3% para 64,3%. A maior cobertura permaneceu com o Sudeste (88,7%), enquanto a menor (19,3%) foi registrada no Norte. Todas as regiões apresentaram avanços, salientou o IBGE. Os mais significativos ocorreram no Sul (8,4 %), no Norte (8,3 %) e no Centro-Oeste (7,1 %). Mesmo com os avanços, os índices são insuficientes para garantir à população maior qualidade de vida e de acesso aos serviços básicos, como água e esgoto.
(DOL, com informaçõe sda Agência Brasil)
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