Passar pelo Rio Moju, nordeste paraense, continua sendo um drama. Há seis meses, com a quebra da ponte sobre o rio, no km 48 da Alça Viária, moradores do município ou mesmo pessoas que precisam passar pelo trecho sofrem com a demora nas obras e número insuficiente de balsas.
Nesta segunda-feira (13), quando muitos retornam aos municípios do interior paraense, após passar o Círio na capital, a espera chega a mais de duas horas.

Sufoco marca o retorno dos moradores do interior do Estado, via ponte do Moju nesta segunda-feira (13) (Foto: WhatsApp)
A travessia dos veículos é realizada gratuitamente por meio de três balsas, que se revezam ao longo do dia. As embarcações, no entanto, não são suficientes: a maior balsa tem capacidade para 50 veículos grandes, enquanto que as menores suportam 40 carros grandes e pequenos. Com estes números, não surpreende que grandes filas se formem diariamente com veículos que precisam atravessar o trecho, como foi verificado na manhã desta segunda-feira (13).

Desde março, quem precisa passar pelo Rio Moju sofre com a pouca disponibilidade de balsas e demora nas obras da ponte. Foto: WhatsApp.
Em setembro, a Secretaria de Estado de Transportes (Setran) informou que a primeira etapa de recuperação da ponte do Rio Moju, na Alça Viária, já estaria em fase final desde julho. A reportagem do DOL entrou em contato com a Setran para saber como está o andamento das obras e qual a previsão para sua conclusão.
(DOL)

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