Servidores da Fundação Curro Velho participaram ontem de assembleia para discutir uma série de demandas, como a cobrança de pagamento de adicional insalubridade e necessidade de reforma física dos prédios sede e anexo e da Casa da Linguagem. As reivindicações se arrastam há pelo menos um ano, quando, segundo os servidores, foi feita uma reunião entre os funcionários e membros do Sindicato de Organizações Culturais e Sociais, integrantes da diretoria e um procurador do estado, cujas demandas foram encaminhadas à superintendente Dina Maria de Oliveira e seguem sem cumprimento, segundo o técnico de gestão cultural do Curro Velho, Ednaldo Britto. Um desses encontros contou com a participação da secretária estadual de Administração, Alice Viana. “Ela afirmou que enviaria um profissional para fazer uma perícia para comprovar a necessidade de nós recebermos o pagamento da insalubridade. O prazo dado era até setembro, mas ele não foi cumprido”. Os profissionais são expostos a produtos químicos e, segundo Ednaldo, deveriam receber o auxílio. “O valor do pagamento depende da formação acadêmica de cada servidor, mas na nossa avaliação, todos nós merecemos porque somos expostos a materiais muito perigosos”, comentou. O DIÁRIO contatou com a Sead, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. (Diário do Pará) |
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