O réu Eliton Barros Santos foi condenado a 30 anos de reclusão, pena que será cumprida em regime inicialmente fechado, pelo homicídio contra Newton da Cunha Leal Júnior, um dos sócios do bar Garota da Braz, em abril de 2010. A sessão de julgamento de Eliton foi presidida pelo juiz Raimundo Moisés Flexa. O julgamento aconteceu nesta segunda-feira (15).
Os trabalhos iniciaram por volta das 8h, com o sorteio dos jurados e instalação da sessão. Foram ouvidas três testemunhas, sendo uma de acusação e duas de defesa. Na sequência, o réu foi interrogado, finalizando, assim, a primeira parte dos trabalhos. Acusação e defesa complementaram o ritual do júri popular com o debate, apresentando suas teses aos jurados.
O promotor de Justiça Rui Barbosa defendeu a tese de homicídio qualificado, mediante paga ou promessa de pagamento, e à traição, por emboscada, com recurso que tornou impossível a defesa da vítima. Já o defensor público Alex Noronha, apresentou a tese de cooperação dolosamente distinta por roubo, uma vez que ressaltou que o réu considerava que participaria de um roubo e não de um crime de homicídio. O defensor anunciou na sessão a interposição de recurso de apelação de sentença.
Além de Eliton, já foram julgados e condenados no processo Márcio Henrique do Carmo Avelar e Ulisses Lima dos Santos, que receberam, cada, pena de 30 anos de reclusão. O quarto acusado, Anderson Fabrício Silva dos Santos, teve decretada a extinção de punibilidade, uma vez que foi juntado ao processo uma certidão de óbito comprovando sua morte.
(DOL com informações do TJPA)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar