<p>Festas de fim de ano chegando e muita gente circulando na cidade, consequentemente, quem precisa sair de casa todos os dias, principalmente nos horários de rush como no final da manhã e da tarde, enfrenta os gargalos no trânsito. O número de pessoas que vêm de cidades vizinhas para Belém com o objetivo de fazer as compras de fim de ano também é grande.</p>
<p>São nesses momentos em que o clima natalino precisa ser colocado em prática para exercitar a paciência. As vias que dão acesso aos shoppings centers da capital e ao Centro Comercial de Belém estão entre os pontos mais críticos da capital paraense.</p>
<p>No bairro da Batista Campos, no cruzamento da avenida Conselheiro Furtado com a travessa Doutor Moraes os veículos costumam ficar “imprensados” quando tentam seguir pela avenida ou dobrar à travessa em uma tentativa frustrada de escapar do trânsito intenso. O mesmo ocorre na travessa Padre Eutíquio, principalmente no perímetro onde está localizado um shopping center. </p>
<p>“O trânsito da cidade está horrível. Falta organização. Aqui fica um monte de ônibus em duas paradas. Quando está muito ruim para trafegar, prefiro parar porque a gente perde muito tempo. Quando eu vou para São Brás pego a Pariquis como via alternativa para voltar”, explica o taxista Eliseu Souza. <br /> <br /> <strong>CLIENTE</strong></p>
<p>Já para o taxista Ednaldo Gama, que também trabalha no ponto de táxi em frente ao shopping, quem dá as ordens é o cliente. “O cliente é quem faz a rota, mesmo que não seja a melhor, é ele quem escolhe. Essa época é muito complicada. É uma correria fora do comum”.</p>
<p>Via de escape para quem segue do Comércio ou do shopping localizado na Batista Campos, a avenida Almirante Tamandaré é outro exemplo de trânsito extremamente complicado, principalmente, quando se tenta circular pelo local no fim da tarde. O fluxo de veículos pequenos e de ônibus é intenso, o que costuma deixar os motoristas impacientes. </p>
<p>O biológo Carlos Teixeira, 47, trabalha próximo à avenida, no bairro da Campina, conta que, nos horários de pico, fica inviável, até mesmo, tentar seguir por rotas alternativas.</p>
<p>“Para vir de manhã ao trabalho, pego rotas alternativas. Moro próximo ao aeroporto, então sigo pela Pedro Álvares Cabral e pego o cruzamento com a Arthur Bernardes, depois a rua Nova até a Doutor Freitas. Mas se você vai para Comércio nesse horário da tarde não tem para onde correr. O jeito é seguir por vias onde têm semáforos”, afirma. </p>
<p>(Diário do Pará)</p>
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