Péssima conservação e a falta de veículos são os piores problemas do transportes públicos paraenses. Essa é a opinião de 31.84% dos internautas que votaram na enquete lançada pelo DOL no final de dezembro do ano passado.
“O pior de tudo é o aumento da passagem e ainda ter que andar em ônibus caindo aos pedaços. Uma vez peguei o Guajará-São Brás e me senti na chuva dentro do ônibus, pois estava com o teto todo furado. Acho isso um absurdo”, reclamou a internauta Joyce.
A segunda opção mais votada foi a falta de ar-condicionado, para 23.41% dos que participaram da enquete.
A insegurança dentro dos coletivos foi lembrada por 18.49% dos internautas. Para a internauta Franciaca, se houvesse mais segurança nos coletivos e se ele tivessem melhot qualidade, as pessoas passariam a usá-lo mais e, assim, “desafogaria o trânsito caótico de Belém”.
A má qualificação profissional (11.05%) e o desrespeito com os passageiros (10.39%) também foram listadas.
“O pior problema do transporte público de Belém é falta de responsabilidade dos próprios motoristas que não agem de acordo com o que se pede, pois o ônibus tem uma quantidade certa de pessoas sentadas e pessoas em pés e isso não é cumprido”, acredita a internauta Camila Domingos.
“O problema é que esses donos de ônibus não reciclam seus funcionários, um bando de cavalos e mal-educados. Tem um motorista do Dist. Industrial que não param para idosos”, diz o internauta José Ribamar.
Já para João Carlos Monticelli, o transporte público da Região Metropolitana de Belém “é um caos em todos os sentidos, é um desrespeito ao usuário, uma vergonha, mas esse problema vai além disso, pois também interfere no transito. É só verificar o que ocorre nas paradas de ônibus, eles param para os usuários subirem e descerem e param de qualquer forma ocasionando um caos no transito e a gente não vê nenhuma fiscalização”.
(DOL)
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