"Eu estava na internet e me deu uma luz para eu colocar aquilo. Tinha curtido a página do governador, e então fiz o apelo para que ele pudesse de alguma forma ajudar minha neta, com uma vaga na UTI. Mas, as pessoas que seguiam ele viram também o que eu postei e começaram a compartilhar. Graças a Deus, até telefonema da Bahia eu recebi. Quando foi de manhã me ligaram dizendo que tinham arrumado uma vaga na Santa Casa. Eu quero deixar claro que não estou falando mal de ninguém, só da saúde pública que hoje é um caos”, declarou a avó da criança.
Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa) informou que a Central de Leitos Estadual regula a disponibilização de leitos, em caso de crianças, para recém-nascidos com até 28 dias de vida.
Passando disso, o procedimento é realizado pelas centrais de leitos dos municípios onde cada paciente reside, com indicação de internação para hospital de alta complexidade independente do tipo de gestão pública (municipal, estadual e/ou federal) adequado para tratar o agravo do paciente.
No caso da criança de três meses, que é residente em Belém, os procedimentos de atendimento estão sendo realizados pela secretaria de Saúde do Município desde a sua internação, ocorrida no dia 03 de janeiro de 2015 na Clínica Pio XII, conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS), com diagnóstico inicial de insuficiência respiratória aguda.
Paralelo a isso, no dia 09 de janeiro deste ano a Assessoria Especial da Sespa recebeu, por meio de ofício do Ministério Público, pedido de internação urgente para a paciente, com indicação para hospital com UTI Pediátrica Tipo II.(R.P.)
(Diário do Pará)
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