Uma reunião realizada por representantes da Justiça, comércio e indústria pecuária nesta quinta-feira (29), em Belém, discutiu sobre os métodos de conservação e distribuição de carnes vendidas no Pará. Segundo a promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, o Estado vive uma situação de inadequação com as normas de manuseio de carne estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Abastecimento e da Reforma Agrária.
Além da promotoria, que representava o Ministério Público do Pará (MPE), participaram do evento representantes da Sociedade Cooperativa da Indústria Pecuária do Pará (Socipe) e da Associação Paraense de Supermercados (Aspas).
Um dos principais problemas discutidos foi a questão do sistema de distribuição da carne, especialmente no transporte entre o abatedouro, o frigorífico e o açougue. Segundo o MPE, foi afirmado na reunião que “no decorrer da distribuição podem ocorrer problemas, visto que não tem como responderem pelo resto da cadeia” e que “dafeita que o produto sai de sua esfera de poder não tem como saber sobre o controle de qualidade”, caracterizando dificuldades na fiscalização sanitária dos produtos.
Foi abordada ainda a existência de abatedouros clandestinos e o risco que eles representam à população.
(DOL com informações do MPE)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar