O DIÁRIO procurou o comando da Polícia Militar em Belém, através da assessoria de comunicação do órgão, para comentar o problema. O tenente coronel Leno Carmo, responsável pelo setor, disse que o comando da instituição tem conhecimento do fato, mas que desde 2013 a solução vem esbarrando em questões legais. O oficial adiantou que em Santa Cruz do Arari não há imóveis legalizados para que o Governo do Estado possa fazer um convênio e assim construir o local para o destacamento dos policiais - o que impediria a prestação de contas com as possíveis obras junto aos tribunais de contas.
A ideia projetada hoje para o município seria a construção de Unidade Integrada Propaz, como a existente em Cachoeira do Arari, abrigando assim as polícias civil e militar em um só espaço. “Existe toda uma questão imobiliária”, afirmou o coronel Leno Carmo.
O DIÁRIO também tentou contato por toda a semana com a Prefeitura de Santa Cruz do Arari para saber sobre a possibilidade de uma parceria, em curto prazo, para pelo menos se reformar as velhas casas que hoje abrigam o destacamento de Santa Cruz do Arari e o sub destacamento da Vila de Jenipapo. Não houve resposta.
(Diário do Pará)
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