Blogueiro, amigo de Jakson e um dos autores de algumas das ações junto ao advogado, Lindolfo Mendes diz acreditar que os crimes têm relação com as ações populares. De Brasília, onde está morando, Mendes falou por telefone com a reportagem do DIÁRIO. Disse que se sente ameaçado e que tem tomado precauções. “A gente não quer acreditar que a morte tenha relação com as denúncias, mas há muitas coincidências. O jornalista Popó que também fez algumas ações sofreu atentado e o Dácio que era advogado de um líder comunitário que fazia críticas ao prefeito também foi assassinado”, diz referindo-se a outros casos já citados nesta matéria.
O assessor de imprensa da prefeitura de Parauapebas, Marcel Nogueira diz que está havendo uso político do crime. “Lamentamos o que estão fazendo de forma inescrupulosa”. Nogueira diz que tinha conhecimento das ações contra o município, mas afirma que não há relação das denúncias com a morte de Jakson. “Como advogado e cidadão era um direito dele. Não podíamos impedir”, diz, garantindo que o prefeito e a equipe da prefeitura lamentam a morte de Jakson que era uma pessoa conhecida e querida no município.
Os dirigentes das empresas citadas não forma encontrados para comentar as denúncias.
(Diário do Pará)
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