Os alagamentos de ruas de Belém que paralisam o trânsito na cidade não são o único problema causado pelas fortes chuvas que têm atingido a região nos primeiros meses de 2015. Quem depende do transporte público também sofre com as águas. Isso por que, em diversos pontos da cidade, os pontos de ônibus não apresentam nenhuma cobertura para os pedestres. Uma via com bons exemplos desse problema é a avenida Almirante Barroso, que ao longo de toda sua extensão apresenta paradas sucateadas, que não oferecem proteção aos pedestres.

(Foto:Cezar Magalhães/DOL)
Em frente aos Instituto Federal do Pará (IFPA), quem espera por um ônibus prefere se abrigar embaixo da passarela que corta a via à ficar na parada de ônibus, cuja proteção apresenta um buraco. Já próximo à avenida Julio Cesar, a parada de ônibus não apresenta cobertura alguma, o que obriga dos passageiros enfrentarem a chuva sob uma árvore.

(Foto:Cezar Magalhães/DOL)
Em outros ponto, como no cruzamento da via com a travessa Humaitá, a parada simplesmente não existe. No caso de chuva, como a que atingiu Belém na tarde desta segunda-feira (2), a opção é se abrigar em estabelecimentos comerciais e outros “tetos improvisados”.
ALAGAMENTOS
Para quem não estava esperando condução, mas sim dentro de veículos, os alagamentos foram o desafio desta segunda-feira. Na avenida João Paulo II, no bairro do Curió-Utinga, a via ficou totalmente encoberta pela água. Muitos carros e motos perderam as placas ao tentar enfrentar as poças, enquanto alguns veículos chegaram a parar de funcionar durante a travessia.

(Foto:Cezar Magalhães/DOL)
(DOL)
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