Uma pesquisa divulgada na manhã desta segunda-feira (09) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) mostra que o preço do pescado na Grande Belém em alguns casos ultrapassa 15%, bem acima da inflação estimada para o mesmo período, que é de cerca de 2,66%.
Nos supermercados, os preços dos principais tipos de pescado variam em função dos locais de vendas, das espécies comercializadas e da forma de comercialização. Os principais tipos de pescados podem ser encontrados para venda de forma inteira, sem cabeça, em postas e filetados.
Segundo o Dieese, nos dois primeiros meses de 2015, entre os pescados comercializados de forma “inteira”, o maior reajuste verificado foi no quilo do filhote, com alta de 24,53%, seguido da pratiqueira (aumento de 15,31%) e da dourada (+7,96%). No mesmo período, poucas espécies de pescado comercializadas inteiras apresentaram redução de preços, com destaque para o camurim, com queda de 10,60% e do tambaqui (4,33% mais barato).
Entre os pescados comercializados em postas nos supermercados da Grande Belém, os maiores reajustes ocorreram no quilo da pescada amarela, com alta de 7,82% e da dourada, 3,14% mais cara. Já entre os tipos de pescados comercializados de forma filetada, o maior reajuste ocorreu no quilo do filé de camurim, com alta de 30,05%, seguido do filhote (+17,20%) e do salmão (+10,53%).
(DOL, com informações do Dieese)
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