A semana tem sido pródiga em expor os brasileiros que jogam no exterior. Alguns tiveram presença extremamente positiva, reabilitadora até. Casos específicos de Tiago Silva e David Luiz, que garantiram – com gols e bravura – a classificação do Paris Saint Germain às quartas de final da Liga dos Campeões da Europa.Há, também, o reverso da moeda, como William, Fernandinho, Oscar e Ramires, titulares do Chelsea de José Mourinho, que acabaram ficando pelo caminho na pretensão de brigar por nova conquista europeia. O time lidera o certame inglês, mas tropeçou na empáfia de seu treinador, que chegou a afirmar que seus treinos eram mais intensos e difíceis do que os jogos do campeonato francês. Deu no que deu.
Ressurgem também figuras há algum tempo esquecidas, relegadas ao limbo do futebol pelo menos na visão dos torcedores. Felipe Melo, o verdugo da Copa de 2010, responsável por tesouras voadoras espetaculares e um dos pivôs da eliminação da Seleção contra a Holanda de Robben, em Porto Elizabeth.Com ar de craque indiscutível (na opinião dele), deu entrevista no Rio dizendo de sua felicidade com a volta de Dunga ao comando de escrete. Sinal de que já projeta retorno triunfal à ribalta, pronto a sair distribuindo pernadas e coices, bem ao seu estilo. Azar o nosso.
Em meio a isso, há o ex-lépido Bernard. Na Copa do Mundo, foi cantado em prosa e verso por Felipão, que acreditava ter o arisco ponta “alegria nas pernas”, seja lá o que isso for. Deu o azar de ser lançado na fatídica partida contra a Alemanha e afundou junto com o time todo.Agora, sondado pelo Corinthians, surge a informação de que ganha R$ 1 milhão por mês na Ucrânia. Belo salário para pouquíssimo futebol. Nem os cartolas corintianos, famosos pela falta de juízo, arriscaram cobrir a esse fabuloso ordenado.
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