Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, depois que se reelegeu para governar pela terceira vez o Estado, Jatene decidiu cortar gastos, reduzindo de 26 para 18 o número de secretarias. “Ele também promoveu a demissão de servidores remanescentes do governo de Ana Júlia Carepa (PT), a quem sucedeu, além de remover dirigentes indicados pelo atual senador Jader Barbalho, seu antigo aliado, com quem está rompido”.
O deputado Tiago Araújo (PPS), cujo partido é da base de sustentação do governo na Assembleia Legislativa, ouvido pelo “Estadão”, criticou duramente a nomeação de Izabela, dizendo que isso vem no momento em que o país sai às ruas condenando velhas práticas políticas. “Eu não concordo com isso e essa é a minha posição”, disse Araújo em meio à gravação de um programa de TV para uma emissora de Belém.
SETE
Em nota remetida ao jornal, a assessoria do governador informou que as secretarias extraordinárias estão previstas na lei nº 6.378, de 12 de julho de 2001, cuja denominação é definida “conforme a necessidade e foco da política pública”. Disse ainda que essas secretarias não possuem orçamento próprio. A equipe é composta por sete profissionais, cujo custeio é assumido pela atual estrutura de cargos vinculados à Casa Civil do governo do Estado. “A estrutura, já prevista em lei, foi mantida na reforma administrativa”, conclui a nota do governo tucano.
(Diário do Pará)
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