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Exposição mostra convivência com as famílias

Mostrar para as pessoas que o portador de Síndrome de Down é capaz de superar as limitações , através da inclusão social em diferentes âmbitos. Este é o objetivo da exposição fotográfica “Contando Histórias Especiais”, do projeto Núcleo Amazônico de Acess

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Mostrar para as pessoas que o portador de Síndrome de Down é capaz de superar as limitações , através da inclusão social em diferentes âmbitos. Este é o objetivo da exposição fotográfica “Contando Histórias Especiais”, do projeto Núcleo Amazônico de Acessibilidade, Inclusão e Tecnologia (Acessar), com cliques da fotógrafa Andréa Miranda, que registrou momentos de interação dos portadores dessa deficiência, que mostram que elas podem ser tratadas como normais, sobretudo da família, e livres do preconceito que as aponta como incapazes.

O evento iniciou no último sábado (21), Dia Internacional da Síndrome de Down, e segue até o dia 31, em um shopping localizado na Avenida Visconde de Souza Franco.

A exposição fotográfica é composta por uma série de fotografias tiradas durante o período de três anos da convivência de portadores da Síndrome de Down, além de atividades executadas por eles, que mostram que o deficiente pode ser produtivo para a sociedade.

“Existe o preconceito de que o portador da Síndrome de Down é limitado, incapaz. Mas a exposição mostra que não, que eles podem agir como normais, basta estimulá-los”, disse Milene Miranda, integrante da Acessar.

Entre os modelos fotográficos está Adonhiran do Nascimento Guimarães, 33 anos, que, apesar de portador da Síndrome de Down, é campeão de natação em clubes de Belém, além de praticante de outras modalidades esportivas.

“Ele é uma pessoa independente, tudo porque sempre o tratamos como uma pessoa normal, capaz de aprender atividades que são importantes para o desenvolvimento dele”, disse Graça Nascimento, mãe de Adonhiran.

Para Graça Nascimento, o preconceito é o principal problema. “Quando o meu filho nasceu, algumas pessoas me disseram que era para eu ter outro filho, porque ele não era normal. Mas, não, ele hoje está com 33 anos e cuidamos dele com muito amor e ele é ciente disso tudo e sabe muito bem agir como uma pessoa normal. Que as pessoas venham conferir a exposição, para que através das fotos vejam que eles são pessoas tão inteligentes”.

(Diário do Pará)

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