plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 26°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Modal hidroviário é mal aproveitado

Representa também uma debilidade crônica da logística de transportes do Pará, como de resto em toda a Amazônia, segundo concluiu o estudo realizado pela Ufopa, o mau aproveitamento das hidrovias, algo difícil de entender em se tratando de um Estado que di

twitter Google News

Representa também uma debilidade crônica da logística de transportes do Pará, como de resto em toda a Amazônia, segundo concluiu o estudo realizado pela Ufopa, o mau aproveitamento das hidrovias, algo difícil de entender em se tratando de um Estado que dispõe de uma extensa malha hidroviária. Nessa malha estão incluídos nove dos principais rios navegáveis do Brasil. São eles Amazonas, Tapájós/Teles Pires, Xingu, Tocantins, Guamá/Capim, Jari, Trombetas, Araguaia e rio Pará.

A Hidrovia do Tapajós é um dos macroeixos estratégicos apontados como prioritários tanto no projeto Norte Competitivo quanto no Centro-Oeste Competitivo. Essa prioridade se deve, segundo o estudo, principalmente ao seu potencial para se tornar uma das principais vias de escoamento da produção agropecuária do norte mato-grossense. Junto com o Teles Pires, o Tapajós forma um corredor logístico que se estende por 1.043 quilômetros, desde a cidade de Sinop, no Mato Grosso, até a sua foz no rio Amazonas. Atualmente, o único trecho comercialmente navegável se localiza entre a futura hidrelétrica de São Luís do Tapajós e a sua desembocadura no Amazonas, em frente a Santarém.

A exemplo do Tapajós, também o rio Tocantins é apontado como um dos macroeixos estratégicos priorizados no Projeto Norte Competitivo em virtude do seu potencial para movimentação de cargas, tanto da Região Norte quanto do Centro-Oeste. O Tocantins pode se tornar, no futuro, um eixo hidroviário que vai de Peixe, no Tocantins, até o completo portuário de Barcarena, já próximo a Belém.

Atualmente, o trecho navegável vai somente de Marabá até a foz, um percurso de 498 km, e ainda assim com severas limitações, sobretudo nos meses mais secos do ano. O Tocantins ainda apresenta obstáculos que dificultam a sua maior exploração comercial, sendo o principal deles o trecho de 43 km de maciças formações rochosas entre Marabá e Tucuruí, conhecido como “Pedral do Lourenço”.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!