O Ministério Público do Pará determinou nova oitiva dos envolvidos em um suposto esquema de “mensalinho” na Câmara Municipal de Marabá, no sul do Pará, após conseguir a quebra do sigilo fiscal e bancário de 15 vereadores da legislação passada.
São eles: Alécio Stringari, Antônio Hilário, Vanda Américo, Leodato Marques, Irismar Araújo, Gerson do Badeco, Antônia Carvalho, Edivaldo Santos, Ronaldo Batista Chaves, Nagib Mutran Neto, Júlia Rosa, Miguel Gomes Filho, Regivaldo Carvalho, Ismaelka Queiroz e Ronaldo Alves Araújo. Dois deles, Leodato Marques e Regivaldo Carvalho assumiram o cargo provisoriamente, como suplentes. Já Antônio Hilário, Ismaelka Queiroz e Ronaldo Alves Araújo, não se reelegeram para a atual legislatura; os demais conseguiram a reeleição.
Já foram ouvidos até agora o vereador Alecio Stringari e o ex-vereador Antônio Hilário, o “Antônio da Ótica”, relatou o promotor de Justiça Júlio César Sousa Costa.
Segundo a denúncia investigada pelo Ministério Público, o “mensalinho” existiu no período de 2009-2012, cujo prefeito, à época, era Maurino Magalhães de Lima. Conforme a denúncia, os vereadores recebiam até R$ 40 mil do então prefeito.
De acordo com o Ministério Público, os vereadores que já foram ouvidos estão obtendo o prazo de 120 dias para apresentar documentos que comprovem a origem legal dos valores que movimentaram entre os anos de 2009 e 2012.
(DOL com informações do Ministério Público)
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