A Caixa Econômica Federal promove a partir desta sexta-feira o Feirão da Casa Própria em Belém e em outras 12 cidades do país. A 11ª edição do evento pretende priorizar o financiamento de habitação popular do Programa Minha Casa, Minha Vida e das demais operações com recursos do FGTS, cujo teto máximo é de R$190 mil.
“O Feirão Caixa da Casa Própria é um evento consolidado e que traz grandes facilidades a todos que se interessam em adquirir uma moradia”, comentou o diretor de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende. Em Belém, o Feirão vai até o próximo domingo.

ORIENTAÇÕES
O evento contará com 18 construtoras, 13 correspondentes Caixa e imobiliárias e três parceiros institucionais que ocuparão os estandes do evento. Serão cerca de quatro mil imóveis em oferta, sendo cerca de 3.300 imóveis novos e 700 imóveis usados e sete empreendimentos novos serão comercializados no evento. A Caixa orienta ainda para que os interessados em requerer crédito para a compra do imóvel levem documento de identidade, CPF e comprovante de renda.
CUIDADO
Apesar da enxurrada de ofertas, o candidato a realizar o sempre desejado sonho da casa própria precisa ficar atento para não cair em armadilhas e cair fora de certos aborrecimentos. O DIÁRIO tem publicado há algumas semanas uma série de reportagens contando o outro lado do tal ‘sonho’, de pessoas que comprometeram seu orçamento e que até agora, passados meses e anos dos prazos de conclusão dos empreendimentos, ainda aguardam as chaves para usufruir do imóvel adquirido. Nas matérias o jornal mostrou vários casos envolvendo construtoras e incorporadoras locais e de fora que atuam aqui como Cyrela, PDG, Capital Rossi, Inpar, Viver, Marko, Tenda, entre outras.
De acordo com especialistas na área do Direito do Consumidor, é fundamental pesquisar o histórico de quem está fazendo a oferta. Por isso, o consumidor deve verificar se a construtora tem demandas judicias; avaliar o contrato com um advogado antes de assiná-lo e procurar rever projetos anteriores da construtora, através de síndicos ou moradores.
O cliente deve ainda guardar folhetos de propagandas e registrar fotos de maquetes, pois pode alegar em uma eventual demanda tudo aquilo que foi oferecido e não foi cumprido pela construtora.
(Diário do Pará)
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