A paralisação dos professores do Sistema Organizado Modular de Ensino (Some) ligado a 15ª Unidade Regional de Educação (URE), com sede no município de Conceição do Araguaia, no sul do Estado, completa um mês nesta semana. E, de acordo com os docentes, a manifestação segue sem perspectivas de avanços nas negociações com o Governo Estadual.
A pauta de reivindicações dos servidores, inclui revisão na redução brusca nos vencimentos (em média R$ 1.500/mês), carteiras, livros didáticos e, em especial, a contratação imediata de professores. Durante a greve, os professores realizaram inúmeras manifestações e chegaram a ocupar a PA-287, nas proximidades da ponte Araguaia - Tocantins. Os docentes realizaram, também, passeatas e atos públicos no município.
Marabá
No município de Marabá, sudeste paraense, a greve entra no 34º dia. Na manhã desta terça-feira (28), professores, alunos e pais dos estudantes, saíram em caminhada pelas principais ruas da região. Eles pediam por um diálogo com a sociedade em geral em respeito à educação.
De acordo com o coordenador local do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), de Marabá, Wendel Lima Bezerra, a greve seguirá até que o governador atenda pelo menos 70% da pauta de reivindicações da categoria.
A manifestação pedia, também, a saída do secretário de Educação do Pará, Helenilson Pontes. De acordo com o Sintepp, o secretário desrespeita a categoria.
Está marcado para ocorrer nesta quarta (29), mais uma assembleia em Belém para definir os rumos da greve.
(DOL com informações de Delmiro Silva e Jéssika Ribeiro/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar