Um protesto diferente chamou a atenção de quem passava próximo ao campus da Universidade Federal do Pará, no bairro do Guamá, em Belém, na tarde desta quarta-feira (13).
Um cadeirante colocou-se em frente a um ônibus, impedindo a passagem do veículo. Ele reclamava que o elevador que faz o acesso da cadeira de rodas, para ele poder entrar, não estava funcionando.
O ato demorou alguns minutos, até a PM ser acionada para ajudar o cadeirante a entrar no coletivo.
A empresa, da linha Guamá-Conselheiro, informou que tomou conhecimento da situação.
RAMPA
Para Maurício Gonçalves do Amaral, 43 anos, diretor de Acessibilidade do Instituto de Pessoas com Deficiência de Ananindeua (IPDA), uma rampa deveria ser instalada no lugar do problemático elevador hidráulico.
Segundo ele, se instalada nos veículos, as rampas devem reduzir o tempo do acesso ao cadeirante de cinco minutos para 10 segundos. “Para as empresas ainda tem a vantagem de que não há custo de manutenção e a redução do valor do equipamento”, garantiu.
Atualmente existem 14 mil cadeirantes na RMB, sendo cinco mil em Belém, sete mil em Ananindeua e dois mil em Marituba.
(DOL com informações de Amaury Silveira/RBA TV)
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