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Para maioria, expressões não devem ser patrimônio

A maioria dos internautas que acessam o DOL não aprovaria a transformação de expressões populares, como “pipira", "pirangueiro", "de rocha", "ficar de mutuca", "penoso", "pegar o beco", entre tantos outros, em patrimônio imaterial. A enquete se baseou no

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A maioria dos internautas que acessam o DOL não aprovaria a transformação de expressões populares, como “pipira", "pirangueiro", "de rocha", "ficar de mutuca", "penoso", "pegar o beco", entre tantos outros, em patrimônio imaterial.

A enquete se baseou no polêmico projeto apresentado pelo deputado estadual Wanderley Dallas para transformar termos como "piroca", "cabaço", "baitola", "pinguelo" e "xibiu" em patrimônio imaterial do Amazonas.

Para 64,08% dos leitores que responderam, a ideia deve ficar apenas no estado vizinho e não chegar ao Pará.

“Sou contra, pois algumas expressões são antigas e já estão na mentalidade das pessoas, mas e essas novas daqui a 20 anos também poderia virar patrimônio cultural, tais como: tô nem ai, tipo assim etc”, afirmou o internauta identificado como “Machado”.

Para a leitora Agueda Freitas, “alguns poderiam sim, como os tradicionais, porém observando outros afetam diretamente as mulheres, o que não é nada de cultural”, comentou.

Já para 35.92%, a curiosa proposta poderia ser aplicada ao estado.

(DOL)

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