Parte da população também questiona a atuação da prefeitura na segurança pública. A auxiliar administrativa Rosa Gonçalves se sente insegura em qualquer local de Belém, principalmente nos logradouros da capital.
“Dia de domingo, na praça da República é um problema. Os marginais tomam conta, e não adianta ter guarda municipal, porque eles não fazem nada. Em todos os lugares eu tenho medo, mas em praças é pior ainda, pois são sujas e escuras”, contou.
O autônomo Alberto Dias, morador do bairro do Guamá, não sabe as atribuições da prefeitura, mas quando se lembra das promessas do atual prefeito lamenta.
“Eu sei que a PM e a Civil são de competência do Governo do Estado. Mas o Zenaldo prometeu segurança e não vejo nada se cumprir. Queremos uma prefeitura mais atuante, e se for possível que se envolva na segurança também”.
O professor aposentado Marivaldo Souza também aponta as obrigações municipais. “Se a pessoa não pode fazer uma coisa, não tem como prometer. A segurança também este relacionada com a iluminação. Moro há 30 anos na Cremação, e essa área é crítica, a bandidagem não dá trégua. Tem dias que os postes não funcionam e as luzes permanecem apagadas. Uma escuridão total, e isso, a prefeitura não vê”.
Procurada, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Belém não respondeu aos questionamentos do DIÁRIO.
(Diário do Pará)
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