A Receita Federal identificou fraudes na compra não declarada de um jato Gulfstream G-200, número de série 250 e prefixo estrangeiro N221AE para a ORM Air, empresa das Organizações Rômulo Maiorana (ORM), de propriedade de Rômulo Maiorana Júnior. Em agosto de 2012, a Receita Federal reteve um avião da ORM Air para verificação da regularidade do alegado processo de arrendamento da aeronave. Após a investigação, ficou comprovado que o negócio era só uma operação de fachada para encobrir a compra do equipamento e evitar o pagamento dos impostos.
Com a apreensão da aeronave, os veículos das ORM iniciaram uma chantagem editorial contra a inspetora em exercício da alfândega do aeroporto de Belém, Cláudia Gorresen Mello, alvo de coação por parte dos acusados por ter sido responsável pelo parecer final sobre os procedimentos fiscais a serem adotados no caso.
O objetivo era pressionar e intimidar ao máximo a funcionária pública para que não desse parecer contrário aos interesses dos Maiorana. Os ataques tiveram como alvo a empresa Freire Mello, de propriedade de Arthur Mello, esposo da auditora.
(Diário do Pará)
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