Os corpos da professora Claudete do Socorro Rodrigues Alves de Lima, de 53 anos, e de seu cunhado, Fernando Assunção Reis, de aproximadamente 50 anos, foram sepultados nesta sexta-feira (19). Eles morreram após um latrocínio, na quinta-feira (18), quando ela deixava a Escola em Regime de Convênio Maria Luiza, localizada na rua Caraparu entre Guerra Passos e Liberato de Castro, no bairro do Guamá.
Os corpos foram velados em uma capela mortuária, no bairro do Guamá, em Belém. O corpo de Claudete foi sepultado no final da manhã, em um cemitério particular, no município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém. Já o de Fernando, foi enterrado no início da tarde no cemitério Santa Izabel, no bairro Guamá.
De acordo com um parente, que prefere não se identificar, a família não entende o motivo do crime. “Acreditamos que tenha sido assalto mesmo, pois ninguém tinha motivos para ter rixa com eles. Ela era uma mulher muito trabalhadora e ele também”, afirma. Ela diz ainda que a motocicleta que as vítimas estavam já foi localizada.
A Polícia segue investigando o crime. Até o momento ninguém foi preso.
Repercussão do caso
Na página do DOL no Facebook, os internautas lamentaram o crime e criticaram a segurança no Estado.
“Segundo o ilustre secretário de segurança isso é "atípico"... Atípico são esses bando de (...) que ficam comendo o dinheiro público e não fazem nada pra resolver essa situação caótica que vive nosso estado”, comentou Carlos Teles.
Betânia Rosa também comentou o crime. “Bandidos frio que saem tirando a vida das pessoas como se estivesse com sede. Eu moro do lado da seccional de polícia, essas pragas brincam de pira aqui. Ontem mesmo quase um senhor perdeu a vida por causa de um celular. O que vai acontecer nada vezes nada. Só Deus pra conforta a família desse casal. A justiça de Deus não falha”.
O internauta William Martins comentou também a forma cruel que os assaltantes estão agindo. “Não basta roubar tem que matar. o Pará está abandonado e ninguém faz nada. Cansei de falar”.
Já Isaias Leal comentou que conhecia a filha da professora e lamentou o crime. “Ela era mãe de uma conhecida minha. Cadê os direitos humanos? Cadê o governo pra amparar suas filhas que a perderam? A vida do ser humano já não vale mais nada. Pessoas estão morrendo a troco de nada. Estão matando pessoas inocentes por diversão e o nosso governador não faz nada, mas sabe por uma viatura na frente da sua residência. Meus sentimentos as famílias”.
(DOL)
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