Servidores da área da Saúde que trabalham no Hospital de Pronto Socorro Municipal (HPSM) Mário Pinotti, no bairro do Umarizal, em Belém, estão preocupados com o andamento dos serviços após o incêndio que acometeu o prédio na tarde desta quinta-feira (25). A principal questão é quanto à terceirização dos trabalhos.
De acordo com Ribamar Santos, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Pará (Sindsaúde), a redistribuição dos funcionários é um dos pontos que preocupam e podem acelerar a terceirização das atividades.
"Após o incêndio a reforma deve durar até oito meses. A situação impede o retorno imediato dos servidores", alertou em entrevista à RBATV.
Neste momento, o HPSM do Umarizal trabalha em um prédio anexo. Muitos pacientes que chegam do interior e não possuem nenhuma informação sobre o ocorrido são avisados para procurarem outros hospitais, sobretudo o HPSM Humberto Maradei, no bairro Guamá.
(DOL)
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