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Trabalho ajuda a elucidar mortes violentas

Em Sergipe, na Operação Angicos, a Força Nacional tem apoiado as atividades periciais e de identificação civil e criminal, além de colher e resguardar indícios ou provas da ocorrência de fatos ou de infração penal, atuando principalmente no atendimento ao

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Em Sergipe, na Operação Angicos, a Força Nacional tem apoiado as atividades periciais e de identificação civil e criminal, além de colher e resguardar indícios ou provas da ocorrência de fatos ou de infração penal, atuando principalmente no atendimento aos locais de homicídios.

Os peritos da Força Nacional atuam com técnicas de necropapiloscopia (prática de identificação de cadáveres com o uso de desenhos e impressões de digitais), pesquisa onomásticas (nomes) para a identificação de criminosos, confrontos papiloscópicos, locais de acidente de trânsito com vítima fatal, atendimento de micro-comparação balística, eficiência de arma de fogo e caracterização de munições.

No Piauí, a organização tem ajudado na elucidação de crimes e na redução da violência urbana. Atendendo a pedido do Governo do Piauí, equipes da Força estão baseadas, desde 13 de março deste ano, em Teresina, onde desenvolvem a Operação Jenipapo, de reforço às ações de policiamento ostensivo na região, em apoio à Polícia Militar local.

Segundo a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, a Força Nacional reforça o trabalho de polícia ostensiva nesta operação. “As equipes que estão no Piauí atuam no enfrentamento de crimes violentos letais intencionais e crimes violentos contra o patrimônio em observância aos índices criminais fornecidos pelo estado”, informou.

As atividades da Força Nacional de Segurança Pública vêm sendo desenvolvidas, de forma esquematizada e contínua, no Rio Grande do Norte. Desde o dia 21 de agosto de 2014, o Estado conta com a efetivação da Unidade Policial Especializada/Força Tarefa Meta II, que foi instalada com o objetivo de dar celeridade nas resoluções dos delitos de homicídios, que há anos estavam parados. Os crimes que estão sendo investigados foram cometidos entre 1995 e 2009.

As investigações, que fazem parte da Operação Potiguar II, conseguiram a elucidação de 29 homicídios em apenas 90 dias, o que representa uma produtividade de um inquérito concluído a cada três dias. A eficiência da presença da Forção Nacional no Estado potiguar fez com que o Ministério da Justiça ampliasse sua atuação por mais 180 dias.

O trabalho policial de investigação vem sendo produzido por 19 policiais civis, de vários Estados, que integram a Força Nacional em parceria com a Força Tarefa do Estado. Todo o trabalho é coordenado pelo delegado Carlos Magno Costa de Oliveira, Chefe de Divisão de Investigação Policial e conta com apoio de mais um delegado, três escrivães e 14 agentes de investigação, divididos em três equipes.

(Diário do Pará)

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