Em resultado apertado, 51% dos internautas que participaram da pesquisa “Você é a favor de não furar orelhas de bebês?” apoiaram a proibição da prática de furar as orelhas dos filhos e que seja estabelecida uma idade mínima para que isso aconteça.
A polêmica surgiu após uma petição online que pede para que o Minister for Children (Ministério da Infância), órgão oficial nos Estados Unidos que representa os direitos e o bem-estar infantil, crie novas normas para a prática.
Criada há menos de uma semana, a campanha já arrecadou mais de 30 mil assinaturas no país. "Por que isso é importante? É uma forma de crueldade infantil. Não existe nenhuma outra finalidade no ato senão para satisfazer a vaidade dos pais", questiona a criadora da campanha, Susan Ingram.
Entre os internautas do DOL, a polêmica continuou. O internauta Marco Saraiva Brandão afirmou ser contra “por vários motivos: 1 - A criança não tem opção e é submetida a uma dor por mera vontade e vaidade dos pais. 2 - Por motivos de Higiene. 3 - Por motivos de saúde, pois a orelha possui pontos específicos que se encontram interligados com todo o organismo humano. Furar a orelha no ponto errado, pode colocar mazelas de naturezas várias” (sic), explicou.
Já Jesiane Wanziler afirmou que “Sou a favor de proibir exatamente porque é pra "satisfazer a vaidade dos pais". Bebê não tem escolha. Depois que crescer, a criança escolhe”, afirmou destacando o papel dos pais na prática.
Tal papel é central na discussão, já que a escolha parte dos genitores e responsáveis pelos bebês: “Furar ou não furar a decisão cabe aos pais. Desnecessária essa campanha, mãe que é mãe mesmo de verdade que ama seus filhos jamais irá colocá-lo em risco ou algo que cause sofrimento. Minha filha tem orelha furada e isso não lhe causou nenhum mal, só uma pequena e rápida dorzinha”, destacou a internauta Dri Silva.
Para outras pessoas, a prática, além de cultural, pode ajudar a evitar diversos problemas e dores futuras. A internauta Ilena Johnston afirmou que “Nunca reclamei de ter a orelha furada recém-nascida, pelo contrário, minha mãe me preveniu de um sofrimento futuro”, finalizou.
(DOL)
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