Professor da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e especialista em clínica de equinos, Djaci Ribeiro explica que o mormo é mais comum em jumentos e burros, ou seja, em equídeos, mas que também acomete cavalos, principalmente aqueles envolvidos em atividades coletivas - vaquejadas, cavalarias, entre outros. “O problema é que, por se tratar de uma zoonose, ela pode ser passada a qualquer animal doméstico e, por consequência, a seres humanos. Neste último caso, uma ocorrência não muito comum, mas extremamente perigosa”, avalia.
Ele critica as deficiências da fiscalização da Adepará em relação à entrada e saída de animais do Estado. “Sabemos que há falhas na fiscalização, o que faz com que animais sem a documentação exigida tenham trânsito livre em certas regiões”.
(Diário do Pará)
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