Há dez anos atuando como delegada de polícia, sendo dois anos como Delegada Geral Adjunta da Polícia Civil do Pará, Christiane Ferreira da Silva (40) revela que a escolha da profissão não foi algo planejado. Mas quando foi aprovada e nomeada para o cargo, se identificou e se apaixonou pelo trabalho.
Ela se considera uma pessoa muito vaidosa, mas afirma que sempre prio- rizou a saúde. Exercendo uma atividade de risco, na qual tem que lidar com todo tipo de violência todos os dias, a delega- da busca manter o equilíbrio em todos os aspectos da sua vida. “Mantenho os cuidados com a saúde e a beleza. Faço acompa- nhamento semestral com meus médicos e idas semanais ao salão de beleza, mas diariamente vou à academia ou corro com um grupo de amigos, em horários que não prejudiquem minha atuação policial”, diz.
Com a fama de duronas, as delegadas ora intimidam, ora fascinam o público masculino. Atualmente solteira, Christiane Ferreira concorda: o fato de ser delegada não facilita a aproximação dos homens na hora da paquera. “Acredito que intimida mais que fascina. Procuro até omitir a profissão no primeiro contato, a não ser que a pessoa já me conheça, pois o fato é que a sociedade como um todo ainda tem uma visão estereotipada acerca da nossa profissão”, sorri.
Veja também:
Saber lidar com as pessoas é uma arte
(Ericka Pinto/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar