Protegida por portões de ferro, a reserva etnográfica do Museu Goeldi tem o clima controlado por computador para que a temperatura e umidade do ar sejam medidas duas vezes ao dia. Tudo isso porque o ambiente não pode sofrer variações bruscas. Ali, estão abrigadas 15 mil peças entre cerâmicas, cestarias e arte plumária, que estão à disposição dos pesquisadores. Em ocasiões especiais, podem ser expostas na Rocinha (foto), a casa de exposições do parque Zoobotânico do Museu, na avenida Magalhães Barata.
“Essas peças são testemunhas da diversidade cultural do Brasil”, avalia Cláudia Lopez, curadora da reserva. “Tudo é muito valioso porque é parte do patrimônio histórico e cada um dá um valor diferenciado”, afirma, recusando-se a falar em preços do acervo.
A 7 CHAVES: 120 mil peças formam o acervo da reserva técnica Museu Goeldi, além de 15 mil peças entre cerâmicas, cestarias e arte plumária da reserva etnográfica e também 2 milhões de fragmentos coletados por arqueólogos na Amazônia.
RARIDADES:
- Muiraquitã feito em pedra, ainda sem data definida.
- Cerâmicas de 8 mil anos (Santarém) a 1,5 mil anos (Marajó).
(Diário do Pará)
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