A estrada de Ferro Carajás, que foi interditada na manhã desta segunda-feira (7) foi liberada no início da tarde após cerca de cinco horas. A informação é da empresa mineradora Vale, responsável pelo funcionamento do trem.
Com relação à obra, a mineradora esclarece, através de nota, que o repasse de recursos encontra-se em dia, dentro do cronograma e do prazo estabelecidos pelo convênio firmado com a prefeitura municipal, responsável por toda a gestão da empresa executora da obra.
Ainda na nota, a mineradora afirma que os recursos fazem parte dos investimentos sociais da Vale, por meio do projeto de expansão da Estrada de Ferro Carajás e buscam aumentar a segurança para as comunidades e promover a melhoria da qualidade de vida para as famílias da região.
"Os locais foram definidos em conjunto com a prefeitura municipal, com o intuito de viabilizar o acesso dessas comunidades a serviços essenciais, como o transporte público", afirma a Vale.
O PROTESTO
O protesto foi iniciado por volta das 8h quando os manifestantes atearam fogo em pneus na via férrea, interrompendo a operação da estrada de ferro e causando risco de perigo de desastre ferroviário, considerado crime pelo Código Penal.
A empresa diz que está cumprindo o compromisso em manter diálogo aberto e transparente com as comunidades, no entanto, a empresa repudia veementemente qualquer ato de violência que desrespeite o Estado Democrático de Direito e continuará adotando medidas criminais cabíveis para a responsabilização de todos os invasores desta interdição.
(DOL com informações da Vale)
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