plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Acusado de matar prima é condenado a 18 anos

Após ser submetido a júri popular pelo 1º Tribunal do Júri de Belém, Jilferson Carlos Alves de Araújo, de 25 anos, foi condenado pela morte da prima, a dona de casa Leidiane Renata Alves da Silva, de 25 anos. A informação foi divulgada pelo Tribunal de Ju

twitter Google News

Após ser submetido a júri popular pelo 1º Tribunal do Júri de Belém, Jilferson Carlos Alves de Araújo, de 25 anos, foi condenado pela morte da prima, a dona de casa Leidiane Renata Alves da Silva, de 25 anos. A informação foi divulgada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) nesta quinta-feira (10).

Por maioria dos votos, os jurados acataram a tese acusatória da promotora de justiça Rosana Cordovil, reconhecendo que o acusado foi o autor do homicídio qualificado. Com base na decisão dos jurados, o juiz fixou a pena de 18 anos de reclusão, que será cumprida em regime inicial fechado, em uma penitenciária da Região Metropolitana de Belém.

Na sentença, o juiz concedeu ao réu o direito do permanecer em liberdade para recorrer da sentença. Ele nega ter sido o autor do crime e afirma que estava em uma arena, jogando futebol com colegas da rua. Porém, não apresentou nenhuma testemunha para confirmar o álibe. Em interrogatório, o acusado disse que um dia antes teria tido uma discussão com a vítima, mas que nunca teve nenhum problema com ela e que eles sempre se trataram bem.

A versão de Jilferson é de que a jovem seria envolvida com o tráfico e que ela devia dinheiro para muitas pessoas, podendo uma delas ser o autor do crime. Segundo o réu, o marido da vítima, pai dos filhos dela, estava cumprindo sentença condenatória na colônia Heleno Fragoso, por crime de latrocínio.

O pai da vítima, Alfredo José da Silva, relatou emocionado que o réu era seu afilhado. Ele disse que assistiu ao crime do andar de cima da moradia e viu o irmão do acusado tentar segurá-lo, para tentar conter os disparos. O depoente contou que as famílias até então eram unidas e depois do crime se separaram.

Alfredo também afirmou que momentos antes da filha ser morta, teria ocorrido uma briga familiar entre a jovem e o réu, e a filha teria xingado Jilferson de bastardo, pelo fato de ele ser filho adotivo da tia. Após, o réu saiu da casa e depois retornou armado. Segundo Alfredo, Jilferson esperou a vítima sair do banheiro para fazer os disparos. As balas atingiram ombro e costas de Leidiane, na presença do filho mais velho, que na época estava com sete anos de idade.

A vítima deixou outros dois filhos órfãos, um dele com menos de um ano na data do crime. O menino mais velho até hoje é traumatizado, conforme informou o avô.

O caso

O crime ocorreu por volta das 20h, do dia 02 de agosto de 2008, na residência coletiva onde viviam as famílias do réu e da vitima. Apesar de socorrida imediatamente, a jovem não resistiu aos ferimentos e faleceu. O acusado fugiu do local do crime, sendo capturado dois anos depois. Após alguns meses, ele conseguiu ficar em liberdade e não se envolveu mais em outro delito. A moradia coletiva que as famílias viviam é localizada no Bairro do Guamá.

(DOL com informações do TJPA)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!