Rosana Martins, diretora da Associação de Feirantes de Belém (Asfembel), diz que há mais de 1 ano o posto da Guarda Municipal de Belém (GMB), que ficava no complexo do mercado, foi extinto. Agora, cabe aos trabalhadores fazer coleta para pagar segurança privada. “A gente se sente muito intimidado aqui. A insegurança se tornou um problema grave”, disse Rosana. No restaurante do mercado, Madalena Correia, dona do box da Madá, foi vítima de furto há algumas semanas. Ela contou que, quando chegou para trabalhar, o fogão havia sumido. Ela mostrou que o freezer e outros objetos de sua cozinha ficam trancados com cadeados e correntes. “Pagamos um vigia, mas a gente sabe que não é o bastante”.
A fragilidade da segurança no mercado também atingiu o posto do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Belém (Setransbel), que funciona no espaço cedido pela Prefeitura de Belém. Na madrugada de 13 de julho, um assalto deixou prejuízo de cerca de R$ 40 mil em equipamentos e computadores. Os serviços foram suspensos por duas semanas.
OUTRO LADO
Em nota enviada à redação do DIÁRIO DO PARÁ, a Prefeitura Municipal de Belém (PMB) informou que a Secretaria Municipal de Economia (Secon) está elaborando um estudo para recuperação do Mercado de São Brás. Nesse projeto, estaria incluída a reestruturação de toda a parte elétrica. Quanto à segurança do espaço, a Guarda Municipal de Belém (GMB) declarou que vai instalar um posto fixo no Terminal Rodoviário, até o final deste mês, para atender, também, as demandas no Complexo de São Brás.
(Diário do Pará)
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