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Pegar ônibus ficou bem difícil

O bombeiro civil Sérgio Costa, 42 anos, que seguia em uma motocicleta pela rua do canal Água Cristal, para atravessar a avenida Tavares Bastos, reclamou que quem não conhece a área fica em dúvida para onde deve seguir, pela falta de sinalização. Já o taxi

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O bombeiro civil Sérgio Costa, 42 anos, que seguia em uma motocicleta pela rua do canal Água Cristal, para atravessar a avenida Tavares Bastos, reclamou que quem não conhece a área fica em dúvida para onde deve seguir, pela falta de sinalização. Já o taxista Emiliano Lima, 67 anos, que trabalha na Marambaia, ressaltou a dificuldade de trafegar pelo bairro por causa da falta de estrutura viária para comportar a quantidade de veículos. “O trânsito está péssimo, não previram como ia ficar o trânsito aqui com essa interdição. O percurso que eu fazia em 15 minutos agora faço em uma hora”, garante.

DESORIENTADOS

A professora Sandra Araújo, 50 anos, que trafegava em um veículo pela Tavares Bastos, disse que sentiu falta de agentes de trânsito desde a Augusto Montenegro até o local em que estava. “Quem não conhece a região se perde por aqui. Se houvesse guardas para orientar, ia melhorar”, afirma. O motorista de ônibus Alex Rodrigues, 36, tem a mesma opinião. Para ele, apesar de o trânsito estar fluindo, os motoristas estão desorientados e sentem dificuldade de trafegar por ali.

Mesmo com a presença de agentes de transporte da Semob no perímetro entre a WE 2 e a Rua da Marinha, a população que aguardava por transporte coletivo se mostrou completamente desorientada sobre as mudanças nos itinerários dos ônibus. De acordo com uma agente de transporte que estava no local, os ônibus que entravam na WE 2 tinham como destino a avenida Pedro Álvares Cabral. Já os coletivos que desviam pela Rua da Marinha devem seguir pela Tavares Bastos, em direção à Almirante Barroso e centro da cidade.

Morador do Gleba I, o segurança Herick Morett, 36, contou que se atrasou para chegar ao estágio por causa da mudança nos itinerários dos ônibus. Para piorar, segundo afirmou, criminosos estão aproveitando a grande circulação de veículos para cometerem assaltos. “Esse período será um caos. As pessoas terão de madrugar nas paradas. Além de tudo isso, está ficando muito perigoso trafegar por aqui”, destaca Herick. Procurada pela reportagem do DIÁRIO DO PARÁ, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) não deu retorno até o fechamento desta edição.

(Pryscila Soares/Diário do Pará)

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