É importante ter em casa algo que realmente nos conecte a boas lembranças: uma toalha de crochê feita pelos nossos avós ou um móvel antigo que tem seu charme justamente por carregar em si toda uma história familiar. A observação foi feita pelo baiano Pedro Ariel, diretor de relacionamento e conteúdo da Casa Cor Pará, que esteve em Belém na semana passada, em evento que tratou sobre as tendências da Casa Cor Pará. Pedro listou as 'tendências do 'morar sob a perspectiva de como os diferente movimentos da sociedade afetam nossa forma de viver".
A importância de dar valor a algo feito manualmente ou personificado também foi usado como exemplo. Outro destaque da palestra foram os modelos de convivência coletiva.
Pedro falou sobre as diferenças do jeito de morar do brasileiro (Foto: Divulgação)
Pedro mostrou como sites e aplicativos conseguiram, a partir de um conteúdo muito específico, influenciar no comportamento de grupos de moradores de diversas regiões do Brasil. Falou, ainda dentro dessa mesma linha de raciocínio, sobre o polêmico aplicativo que gerou revolta entre os taxistas por colocar usuários em contato direto com carros de condutores particulares.
Num passeio mais específico pelas tantas edições do evento, Pedro Ariel citou as diferenças do jeito de morar do brasileiro. “Casa Cor é um bom termômetro para ter essa percepção. É muito interessante, por exemplo, você vai numa CasaCor Curitiba, uma região com imigrantes do leste europeu, a decoração é mais fria, carregada, nobre. Dai, você chega na CasaCor Ceará, é a mais descontraída, a mais alegre, a que mais usa artesanato. É muito característico!”, afirmou Pedro.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar