Continua o impasse sobre o destino final das centenas de bois mortos que estão espalhados as margens das praias do município de Barcarena, nordeste paraense, em especial Vila do Conde, onde um navio naufragou no último dia 6.
Moradores da localidade Pedral que fica a cerca de 10km de Vila do Conde, interromperam novamente a via que dá acesso às covas que foram feitas para enterrar os animais.
Segundo os próprios moradores do local, a manta que seria revestida para impedir o líquido chorume de penetrar no solo e não contaminar as nascentes de água da região, não era apropriada.
As autoridades municipais, juntamente com o promotor público Maurício Bosco Oliveira e Raimundo Araújo, líder da Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetraf) e presidente da União das Associações das Comunidades de Barcarena (Unacob), Raimundo Araújo, foram ao local e constataram que a lona não tinha as mínimas condições de suportar o peso e a degradação dos animais já em estado de putrefação.
Com o encaminhamento, foi decidido pelo promotor que seria suspensa imediatamente a locação desses animais até que seja usado um material adequado e periciado pelo Ibama e Secretária de Meio Ambiente Municipal.
(DOL com informações de Herlon Oliveira/Diário do Pará)
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