Há 23 anos oferecendo apoio e assistência a pessoas que vivem com o vírus do HIV, doentes de Aids e demais DSTs, o grupo Paravidda sobrevive por meio das doações de gêneros alimentícios perecíveis e não perecíveis, roupas, brinquedos e outros, feitos por voluntários, organizações governamentais ou da iniciativa privada. Atualmente, a entidade necessita da doação de itens para compor as cestas básicas de, aproximadamente, 500 pessoas assistidas pela ONG, e de cadeiras de rodas para auxiliar na locomoção dos pacientes em tratamento e que não têm condições de comprar.
Hoje, estão registradas, na entidade, 1.500 pessoas que vivem com HIV e Aids (PVHA), entre homens, mulheres e crianças. A ONG possui, também, um albergue com 16 leitos, e uma creche que atende, diariamente, 25 crianças que são filhos e filhas dos associados. Fora isso, cerca de 500 pessoas recebem também uma cesta básica mensal.
Todo esse trabalho é realizado por homens e mulheres de forma inteiramente voluntária, no entanto o presidente do Paravidda, Jair Santos, observa a baixa demanda de colaborações que a entidade tem recebido atualmente. “Sei que a vontade de ajudar existe dentro das pessoas, mas devido ao atual período que o País está passando, o número de doações vem diminuído bastante e, caso esse quadro não mude, corremos o risco até de fechar as portas”, lamenta.
O Paravidda ainda acolhe pessoas vindas do interior do Estado para tratamento, consultas médicas e exames laboratoriais na capital. O grupo se empenha, acima de tudo, em melhorar a autoestima de cada paciente, incentivando-os a recuperar o prazer pela vida, visando sempre a reinclusão social. Santos convida as pessoas que queiram realizar doações ou colaborar de forma voluntária a visitar a sede da ONG, na Avenida Roberto Camelier, 809, entre Rua dos Timbiras e Avenida Engenheiro Fernando Guilhon, no Jurunas, ou por meio de depósito bancário na Caixa Econômica Federal, Agência 0883, Conta Corrente: 483-5, favorecido ao Grupo Para Valorização, Integração e Dignificação do Doente de Aids – Paravidda. Contato pelo número (091) 3272-4645.
(Diário do Pará)
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