A Escola Estadual Pedro Teixeira, no município de Abaetetuba, completou 43 anos de fundação recentemente. O momento poderia ter sido comemorado por professores, pais, alunos e ex-alunos. Mas a realidade é de desmotivação e frustração pela condição do prédio, que tem 13 salas de aula, onde estudam 1.200 alunos dos ensinos fundamental, médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). O estado de abandono impressiona.
Imagem: Divulgação
A triste realidade da escola foi comprovada pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Assembleia Legislativa do Estado, que fez uma diligência no local. O presidente da comissão, deputado Carlos Bordalo (PT), esteve à frente da comitiva, que contou ainda com os deputados Wanderlan Quaresma (PMDB) e o soldado Tércio (PROS). Ouviram relatos desmotivados da direção, de professores e, principalmente, de alunos da escola, que lamentam a condição precária de onde estudam e trabalham.
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A Comissão de Direitos Humanos foi provocada pelo movimento “Reage Abaetetuba”, formado por movimentos sociais da região preocupados com os problemas enfrentados pelos cidadãos de Abaetetuba. A educação é um deles. “Constatamos uma realidade muito triste, com salas sem ventilação, laboratórios e auditório fechados, quadra de esporte tomada pelo mato e infiltrações”, lamentou Bordalo, que classificou a situação como indigna.
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A presença da Comissão de Direitos Humanos da AL, em Abaetetuba, teve como objetivo encontrar formas para o enfrentamento dos problemas vividos por aquela população. “A reforma da escola Pedro Teixeira está entre as prioridades”, concluiu Bordalo.
(Luiz Flávio/Diário do Pará)
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