Os estilos Russian Imperial Stout, Stout e Porter fazem a cabeça da bacharel em Química Industrial Roberta Bianca dos Santos, de 26 anos. Ela prefere falar em tipos do que eleger um rótulo ou outro.
“É muito difícil. Gosto de muitas!”, admite. Ela também vê aumentar a disseminação da “Cultura da Cerveja” por aqui, em parte na onda da cultura gourmet. “Algumas pessoas fazem parte desse cenário apenas por gostar muito de cerveja e encarar cada uma como uma experiência prazerosa. Outros estão investindo nesse ramo. Acho que em breve teremos ótimas cervejarias por aqui”, anima-se.
BOM MOMENTO
Para o fisioterapeuta Valmor Córdoba, de 29 anos, o gosto do paraense por cervejas só cresceu a partir do momento em que houve a facilidade de acesso a rótulos menos comerciais. “Acho que o movimento em Belém ainda está no início, mas crescendo de modo consistente”, avalia, citando a realização do primeiro Festival Amazônico de Cerveja, há poucos meses. “Com estabelecimentos focados na cultura cervejeira, hoje há o conhecimento em um sentido mais amplo, além daquele da ‘loura gelada’, de sabores, aromas e estilos”, diz ele, fã dos tipos India Black Ale e Belgium Strong Ale.
(Diário do Pará)
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