No último domingo (27), o sargento da Polícia Militar João Guilherme Santa Brígida foi transferido do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, para um hospital particular de Belém. O motivo, de acordocom familiares, seria problemas no aparelho de tomografia.
Porém, em nota o HMUE informou que está realizando o exame de Tomografia conforme indicação do corpo clínico e que por mês, são realizadas em média 2.700 tomografias.
"Para atender a demanda neste período em que é comum a superlotação, o Hospital Metropolitano está atuando com seu Plano de Contingência, no qual, alguns exames a exemplo da Tomografia são feitos externamente. Nesses casos, o paciente é transportado em ambulância com acompanhamento da equipe assistencial, sendo garantida sua segurança", diz a nota. "A realização do exame em ambiente externo tem sido comum, desde o aumento da demanda no HMUE, ocorrido após o incêndio do Pronto-Socorro Mário Pinotti", continua.
Ainda de acordo com a unidade de saúde, o hospital possui dois tomógrafos, que passaram por manutenção nas últimas semanas, mas que já retornou ao funcionamento nesta segunda-feira (28). "O paciente deu entrada na unidade hospitalar no dia 27/12 às 01h53. Foi submetido ao exame de Raios-X no qual foi constatado que não havia fraturas e nem desvios. Por possuir plano de saúde, o paciente foi transferido para o hospital particular", finaliza o HMUE.
O caso
O sargento João Guilherme Santa Brígida foi espancado após ter a casa invadida na noite de sábado (26), no bairro 40 Horas, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. Após a agressão foi encaminhado ao Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), no mesmo município.
(DOL)
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