Com o avanço das tecnologias, é cada dia mais raro as pessoas passarem horas numa biblioteca. Agora, as informações estão sempre às mãos, em apenas um clique. Porém, chega uma hora em que a internet se limita e deixa de ser fonte, principalmente oficial. É neste momento que começam a surgir as dificuldades, sobretudo para quem precisa se informar sobre o que há nos 144 municípios de um Estado gigante como o Pará. Criado com o objetivo de deixar um legado às futuras gerações, o Anuário do Pará é uma ferramenta que nunca vai deixar o pesquisador paraense na mão.
Tudo se encontra em um só lugar. Essa é a sensação de quem lê, aguça suas curiosidades e pesquisa no Anuário do Pará. Publicado pelo DIÁRIO desde 2010, o livro já virou referência em mesas e estantes dos leitores e estudiosos paraenses. Para eles, a publicação vai muito além de um mero guia. A edição é uma compilação de dados e informações preciosas do Pará. Leitor assíduo do DIÁRIO, o analista de sistema bancário Lúcio Solano, 45 anos, coleciona as publicações do anuário do DIÁRIO desde a primeira edição. Para ele, o livro vai além de um produto agregado a um jornal, publicação que faz parte do seu dia a dia. “Quando quero saber de algo do nosso Estado, eu corro lá”, lembra Solano.
CULTURA
Todos os assuntos são do interesse dele. No entanto, um em especial é o preferido do analista: cultura. “Se eu quiser achar algum lugar, em algum município, eu procuro no Anuário. Lá tem as informações das danças, das músicas e da culinária de qualquer cidade do Estado”, destaca.
Na casa do analista, o anuário já virou um manual. Além dele, sua esposa, a assistente social Sandra Reis, faz pesquisas constantes no livro. “Eu sou o assinante do DIÁRIO, mas ela lê mais do que eu”, brinca Solano. Para o leitor, o DIÁRIO mais uma vez saiu na frente e conquistou o público com um produto de responsabilidade social. “O Anuário faz parte das nossas vidas”, diz.
(Roberta Paraense/Diário do Pará)
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