Como bons turistas, Heléne e Fernando Pinto da Silva se preparam bem antes de cada viagem. Uma das preocupações mais importantes para os dois é a acessibilidade. Foi assim que, durante os planos de conhecer Belém, o casal com deficiência visual soube do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).
No último dia, Fernando e Heléne conheceram o Parque Zoobotânico do Goeldi, guiados por uma equipe multidisciplinar da instituição e pelos sentidos do tato, audição e olfato. Localizado no centro de Belém, o museu é um dos pontos turísticos da cidade. As exposições que mostram recortes das culturas e da história da Amazônia também são destaques do passeio.
A arquiteta da Coordenação de Museologia, Martha Cavalho, informa que a acessibilidade é uma das diretrizes da visitação no Parque do Museu Goeldi, que vem melhorando os métodos para incluir e receber com qualidade pessoas com deficiência. “Acessibilidade também é inclusão social e queremos incluir e atender as pessoas como um todo”, afirma.
(Diário do Pará)
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