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Futuro do setor têxtil no Pará é tema de debate

Competitividade e Internacionalização. Esses foram os temas debatidos durante o Circuito Abit/TexBrasil, realizado na Fiepa no último dia 25, reunindo cerca de 130 pessoas do setor têxtil e de confecção do Pará, para falar sobre as mudanças constantes da

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Competitividade e Internacionalização. Esses foram os temas debatidos durante o Circuito Abit/TexBrasil, realizado na Fiepa no último dia 25, reunindo cerca de 130 pessoas do setor têxtil e de confecção do Pará, para falar sobre as mudanças constantes da economia brasileira e da economia global e as perspectivas do setor para o futuro.

O Circuito foi organizado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), através do TexBrasil (Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira), com o apoio do CIN/Fiepa, Senai, Sebrae, Sindusroupa e CNI, e realizado pela Apex-Brasil.

Segundo a presidente do Sindusroupa, Rita Arêas, o setor têxtil e de confecção do Pará passa por um momento muito positivo, apesar da crise. Onde universidades intensificam seus cursos de moda, o Senai e o Sebrae se movimentam para qualificar o setor. “Precisamos então rever nosso modo de trabalho, definir melhor nosso foco e planejar para chegar onde queremos. Estamos em movimento contínuo. Queremos que o nosso Estado seja uma referência, não só no Brasil, mas também internacionalmente”, destacou a presidente.

Segundo o diretor superintendente da Abit, Fernando Pimentel, nenhum setor da economia nacional enfrenta mais competição do que o setor têxtil. Ele diz que embora o momento seja de crise e um real crescimento nas exportações só deva acontecer em 2018, internamente o setor ganha força, uma vez que as grandes varejistas de moda, que antes importavam produtos, hoje retomam suas compras no próprio país, pois conseguem customizar as suas necessidades.

EXPORTAÇÃO

Karine Liotino, gerente de Inovação e Sustentabilidade do Programa TexBrasil, destacou bastante a importância da sustentabilidade como diferencial no mercado global e disse que exportar produtos é um movimento natural de crescimento das empresas, mas estas precisam atender as tendências mundiais. “A internacionalização é uma ferramenta estratégica de competitividade do setor, mas para chegar até lá, as empresas precisam estar organizadas, com capacidade de produção e entrega e fazer um planejamento”.

(Diário do Pará)

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