No último painel do seminário “Setor Portuário: Desafios e Oportunidades”, promovido pela Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), em parceria com a Carta Capital, foi a vez da iniciativa privada dar sua a contribuição.
O evento, realizado nesta quinta-feira (03), no Hotel Crowne Plaza, contou com a participação do ministro da SEP, Helder Barbalho, além de autoridades, empresários e representantes do setor.
O tema foi “As oportunidades dos novos corredores de exportação do Brasil”, abordado pelo diretor de Portos da Cargill Agrícola, Clythio Buggenhout; o vice-presidente de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade da Bunge Alimentos, Martus Tavares; e o diretor de Análise e Reestruturação do Banco da Amazônia, Marco Aurélio de Queiroz Campos.
No painel mais rápido do evento, os expositores destacaram o quanto a atual gestão pórtuária tem facilitado e oferecido abertura à iniciativa privada, além de elogiar a postura do ministro Helder Barbalho ao reivindicar benefícios ao Estado do Pará por se tratar de uma região estratégica, seguindo o exemplo de Singapura.

(Imagem: divulgação/SEP)
O presidente do Diário do Pará, Jader Filho, também participou do evento e falou sobre a importância do seminário.
ARCO NORTE
Em fevereiro, durante reunião no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, em Brasília (DF), a respeito do memorando de entendimento Brasil-Itália sobre portos, o ministro Helder Barbalho apresentou a investidores italianos a carteira de investimentos em áreas portuárias no Brasil até 2042, que somam R$ 51 bilhões.


(Imagem: divulgação/Portal Brasil)
Um dos assuntos tratados foram as novas rotas para escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste através dos portos do Arco Norte, como em Vila do Conde, no município de Barcarena, onde fica uma das áreas que irão a leilão.
De acordo com a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), a nova rota é mais econômica do que pelos portos de Santos e Paranaguá.
Além disso, também em fevereiro, foi concluída a licitação do Pedral do Lourenço, no valor de R$ 520,5 milhões, cuja presidente Dilma Rousseff pediu atenção prioritária aos ministérios dos Portos e dos Transportes para a execução da obra de derrocamento na hidrovia do rio Tocantins.
(Cesar Modesto/DOL)
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