plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 25°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Cabo da PM é condenado por tentativa de homicídio

O cabo da Polícia Militar Raimundo da Silva Filho foi condenado a 11 anos de reclusão, que será cumprida em regime inicial fechado. A pena foi aplicada após o PM tentar assassinar o ajudante de pedreiro Alexandro de Lima Cabral, 31 anos. A motivação do cr

twitter Google News

O cabo da Polícia Militar Raimundo da Silva Filho foi condenado a 11 anos de reclusão, que será cumprida em regime inicial fechado. A pena foi aplicada após o PM tentar assassinar o ajudante de pedreiro Alexandro de Lima Cabral, 31 anos. A motivação do crime, conforme acusação foi em razão de desavenças entre a vítima e um dos filhos do policial.

O promotor de justiça José Rui Barbosa sustentou a acusação contra o policial de ter praticado tentativa de homicídio qualificado, cuja pena é de 12 a 30 anos de reclusão, sendo reduzida de um a dois terços por ser homicídio na forma tentada.

Os jurados também acolheram o requerimento da promotoria de justiça, segundo a qual a testemunha apresentada pela defesa do réu, Rubenilson Souza de Freitas, cometeu crime de perjúrio ao dizer em depoimento que estava em companhia do policial a caminho da casa do filho do militar. Com a decisão, Rubenilson de Freitas foi encaminhada à seccional do comércio para ser autuado e responder criminalmente pelo falso testemunho.

No depoimento, Rubenilson Freitas disse que estava na carona da motocicleta do policial, sustentando a versão que os disparos efetuados pelo militar foram para se defender de suposta tentativa de assalto. Ele alegou que a abordagem teria sido numa rua próxima à residência do filho do PM, para onde se dirigiam.

Já o militar disse estava indo para casa de seu filho e transportava o amigo e o filho na carona. Ambos relataram que a vítima estava com o rosto coberto e portava uma faca, e seu parceiro portava um pedaço de pau ou pernamanca e tentaram roubar a motocicleta e a arma do Policial. O militar disse que após efetuar os disparos saíram do local.

A vítima depôs e afirmou que o PM estava sozinho na motocicleta. O declarante relatou que tinha tido antes uma desavença com o filho do militar, seu vizinho, e que este teria chamado o pai policial. A vítima disse ter retornado para casa, permanecendo no pátio da residência, quando foi atingida pelos disparos de arma de fogo, um deles atingiu a medula espinhal que lhe deixou paraplégico.

O crime ocorreu por volta das 19h do dia 25 de agosto de 2012, na Vila Primavera, Conjunto Antonio Gueiros, Bairro Tapanã. Conforme acusação, o motivo do crime teria sido uma desavença entre a vítima e o filho do policial, que morava na mesma vila que a vítima.

Aldo Cabral, pai da vítima viu quando o PM disparou os tiros. Duas vizinhas ouvidas confirmaram a versão de que o PM teria chegado de motocicleta, e disparado os tiros os contra a vítima.

Uma delas informou ainda que a vítima estava de fato no pátio de sua casa, abaixado e cheirando cola. As vizinhas informaram que mesmo sendo dependente químico, a vítima trabalhava executando serviços gerais e nunca praticou nenhum tipo de crime.

(Com informações do TJPA)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!