Reunidos em grupos e concentrados. É assim que os pequenos pintores se preparam para a aula tão esperada. Todos têm entre 8 e 9 anos. A sala está silenciosa. Às vezes, eles trocam sugestões. Aos poucos, preenchem as linhas e curvas dos desenhos. Os sorrisos denunciam a satisfação com o resultado do trabalho, como o de Maria Luiza Castelo, 8, que gostou bastante do trabalho que fez na página que representa a tradicional dança do carimbó. “Tem um monte de coisas de Belém que a gente não sabe. Com esse livro, a gente aprende mais sobre a cultura da nossa cidade”, comenta, sem largar o livro.
Brincando, os alunos aprendem sobre a História e as belezas de Belém, utilizando apenas o lápis de cor. Para isso, eles estão usando o livro de colorir “400 anos de Belém”, produzido pelo DIÁRIO DO PARÁ, no início deste ano, em homenagem ao aniversário da capital e distribuído gratuitamente aos leitores do jornal. Utilizar o produto do DIÁRIO em sala de aula foi uma maneira divertida e inteligente que o colégio Acrópole encontrou para ensinar aos estudantes do 4º ano do ensino fundamental mais um pouco da História e da cultura de Belém.
Veja imagens dos alunos com os livros.
INICIATIVA
Para o diretor da escola, Reginaldo Martins, foi uma feliz coincidência constatar que a iniciativa do jornal casava perfeitamente com o conteúdo que estava sendo trabalhado com os alunos. Primeiro, foi feita a leitura de um livro sobre Belém. Depois, os alunos visitaram a alguns dos pontos turísticos da cidade. Para ele, o livro de colorir exerce uma função que vai além da artística. “Além de desenvolver as habilidades de colorir, o que eles estão fazendo é um exercício de fixação do conteúdo que já estudaram”, aponta. “O DIÁRIO está de parabéns pela iniciativa de colocar nas mãos das crianças um material didático tão rico”.
Diante da animação dos alunos com a pintura de cada detalhe dos desenhos, a professora Kátia Regina Soares já começou a identificar evoluções na escolha das cores e da criatividade por parte das crianças. “Eles fizeram uma pesquisa sobre as cores e os traçados marajoaras. Vejo que eles tentam se lembrar dessas referências quando estão pintando”, diz.
(Cintia Magno/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar