Com o objetivo de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, dentro do campus da Universidade Federal do Pará (UFPA), no Guamá, na manhã de ontem, alunos, professores e técnicos realizaram um mutirão no local. Esta foi a segunda ação da instituição, este ano, contra a proliferação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.
Durante o mutirão, os integrantes tentaram neutralizar focos do mosquito. “Nós estamos reconhecendo os locais de risco, onde o mosquito vetor possa se reproduzir”, ressaltou Fernando Neves, pró-reitor de Extensão da universidade. “São muito importantes ações como esta para orientar a população sobre um problema que afeta a saúde de todos”, disse o estudante Lucas Mendes, de 19 anos.
CORREIOS
Os Correios participam, hoje, da ação do Governo Federal de mobilização e combate ao Aedes aegypti nos prédios públicos federais. A ideia é reforçar a atenção da sociedade, em especial do funcionalismo público, no combate ao mosquito. Às 16h, o presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, estará na Agência Central de Belém e, com os empregados da unidade, fará a distribuição de material informativo sobre o combate ao mosquito.
“O País vive um momento único no enfrentamento das doenças transmitidas pelo Aedes e o mutirão nos prédios públicos federais é uma resposta do compromisso que temos com a saúde de todos os brasileiros”, reforçou Giovanni Queiroz. Em janeiro, o Ministério da Saúde repassou R$ 10,4 milhões de recurso extra ao Pará paraas ações de vigilância.
(Roberta Paraense/Diário do Pará)
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