As obras irregulares têm se tornado um problema antigo e corriqueiro na capital paraense. Mas, o que acontece quando essas obras invadem um espaço público? O agente de viagens Júnior Freitas, procurou a reportagem do DOL para denunciar a falta de fiscalização com uma obra que “está invadindo” a praça General Magalhães, localizada no bairro da Campina, em pleno centro de Belém. No local funciona uma casa de shows.
“A cada semana eles (proprietários da casa de shows) se apropriam de um espaço público e ninguém faz nada, ninguém fala nada! Eles ainda ganham dinheiro com isso, ou seja, a população não é beneficiada, só eles se beneficiam. Isso sim, é um absurdo”, desabafa.
O agente de viagens relembra um caso vivido em sua família, em que durante uma construção foram multados pela Prefeitura de Belém, e ainda foram obrigados a demolir a obra.
“Tive um caso muito próximo da família, com uma obra na casa da minha avó. Na semana seguinte da obra, eles apareceram dizendo que a obra não poderia continuar porque estava ´irregular´, chegaram a multar e ainda disseram que deveríamos demolir”, relembrou.
“Aí você constrói alguns centímetros a mais à frente da sua casa e a Prefeitura e outros órgãos vêm para multar e derrubar o que foi construído. Parece que eles têm um sensor que detecta irregularidade, só que esse ´sensor´ parece não funcionar por anos nessa praça”, questionou.
“Um verdadeiro absurdo. De cartão postal a canteiro de obras. Uma praça que está sendo tomada aos poucos por uma empresa privada e ninguém fala nada. Mais um espaço que está caindo no esquecimento das autoridades, as quais tinham que ter o dever se preservar o patrimônio histórico e cultural da cidade”, criticou o internauta Vinícius Borges.
Em nota, a A Secretaria Municipal de Urbanismo (Seurb) informou que realiza, regularmente, operações de fiscalização de
A Seurb disse ainda, que a população pode fazer denúncias, reclamações, sugestões e consultas técnicas sobre construções irregulares, pelotelefonedo CódigodePos
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar