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Salmão e camarão são apreendidos no Jurunas

A Promotoria de Justiça do Consumidor, do Ministério Público do Pará (MP), apreendeu mais de uma tonelada de salmão e camarão em duas empresas de pescado. Os estabelecimentos funcionavam sem o registro da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (

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A Promotoria de Justiça do Consumidor, do Ministério Público do Pará (MP), apreendeu mais de uma tonelada de salmão e camarão em duas empresas de pescado. Os estabelecimentos funcionavam sem o registro da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e da Vigilância Sanitária.

Na Cria Norte Pescados, que fica na avenida Fernando Guilhon, no Jurunas, a promotoria flagrou os funcionários manipulando filé de salmão de forma incorreta. Segundo o promotor de Justiça do Direito do Consumidor, Marco Aurélio Lima do Nascimento, as empresas não estavam registradas na Adepará. Isso significa que o consumo do produto não é seguro. “É por meio do registro, por exemplo, que se exige determinadas condições higiênicas e sanitárias, como presença de técnico, médico veterinário”, disse o promotor. O dono da empresa não teve seu nome divulgado.

Foram apreendidos 69 kg de filé de salmão; 504 kg de salmão inteiro; 13 kg de camarão filetado e 81kg de camarão inteiro. Gerente do serviço de inspeção estadual e médico veterinário da Adepará, Elton Toda explicou que os produtos filetados não
poderão ser consumidos.

RAÇÃO

Por esse motivo, será transformado em ração para peixe. Já os pescados inteiros ainda não manipulados poderão ser resgatados pelo dono, desde que seja comprovada a compra com nota fiscal. Na Amazônia Marisco, que fica na rua Curuçá, no Telégrafo, 700kg de filé de salmão foram apreendidos e não poderão ser consumidos.

O proprietário da empresa e outros 2 acusados foram encaminhados para a Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), onde ficam detidos até o pagamento de fiança, estipulado por um juiz. As empresas foram multadas pela Adepará em quase R$1.700 cada. As empresas
foram interditadas.

(Emily Beckman/Diário do Pará)

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