Faltando apenas cinco dias para a comemoração da data que costuma ser a segunda que mais movimenta o comércio brasileiro, a procura pelos presentes de Dia das Mães ainda é considerada tímida em Belém. A expectativa é de que a procura se intensifique a partir desta semana. Apesar do período pouco favorável da economia no país, o vice-presidente do Sindicato dos Lojistas de Belém (Sindilojas), Joy Colares, está otimista.
BOA EXPECTATIVA
“Embora estejamos em crise, há a coincidência de o domingo das mães ser logo após a semana de pagamento”. A esperança é que o crescimento nas vendas possa chegar a 2% ou 3%. “O pico das vendas vai ser essa semana mesmo”, analisa. Independente do favorecimento do calendário, a maior aposta dos lojistas está mesmo na comoção que a data provocanos consumidores.
Muitos empresários têm adotado as promoções. A professora Nice Miranda, de 35 anos, organizou uma estratégia em conjunto com outros membros da família. Para que a mãe receba o merecido mimo, os cinco irmãos vão se reunir para comprarem juntos um presente que exija uma quantia maior de dinheiro. “Não tem como passar o Dia das Mães sem dar um presente, nem que seja uma lembrancinha”, afirmou Nice, enquanto pesquisava produtos e preços.
Mesmo sem ter definido o que comprar, o agente financeiro Luiz Ferreira, 62, também pretende garantir o presente da esposa até o Dia das Mães. “Eu ainda preciso olhar bem para escolher o que comprar, mas o presente vai ter, com certeza.”
VENDAS
O Sindilojas espera que, com a proximidade da semana de pagamento, as vendas para este Dia das Mães apresente um pequeno crescimento de 2% a 3% em relação a 2015.
(Cintia Magno/Diário do Pará)
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